Desta vez foi a galera de Santos e São Vicente (Baixada Santista) que veio se maravilhar com as belas criaturas do Mar de Cortes. O mergulho em La Paz, na Baja Califórnia Sur, México, com a embarcação Brasil Cristalino, além de boas pescarias, reservava surpresas de tirar o fôlego como tubarões-baleia, golfinhos e os divertidos leões marinhos...

 

 

 

 

Recebemos o grupo do pessoal de Macaé, RJ e tivemos o prazer de conhecer pessoas incríveis e um grupo muito animado e organizado, que já pesca junto há mais de 10 anos, viajando sempre para fora do Brasil.

A pescaria foi bastante diversificada no Oceano Pacífico da Baja Califórnia Sul, no México, onde pescamos desde robalos nos mangues até Wahoos no azul.

Comentando uma postagem sobre uma pescaria com muita correnteza realizada por um amigo, em um ponto bastante distante do litoral de São Paulo, surgiu a idéia de escrever sobre a Pesca Sub no Azul.

  

 

Minha história com a pesca sub no azul começou uns oito anos atrás, quando um amigo pescador sub, com quem aprendi bastante sobre o esporte, me mostrou um bungee rudimentar, feito por ele mesmo e que utilizava uma borracha de farmácia para amortecer a força de um peixe como a cavala ou o dourado do mar.

 

Nossa última pescaria de Badejos realizada no Oceano Pacífico da Baja Califórnia Sul, México.

 O que falar de um evento tão devastador...tive medo de morrer, temi pela vida da Lilian e tive medo de perder nosso barco...

 

Nos preparamos para o furacão...Já fazia uma semana que vínhamos acompanhando a formação e a trajetória de Odile, desde que ele era apenas uma tormenta tropical por fora da América Central / Sul do México. Ele foi crescendo e ganhando força, à medida que rumava para a ponta Sul da Península da Baja Califórnia.

 

Este ano o fenômeno "El Niño" esquentou demais e prematuramente as águas do Oceano Pacífico e isso mudou tudo...mais tempestades tropicais e tempestades mais fortes têm atingido a região em que estamos...

 

A pior foi "Odile". A cada ano, o serviço de Previsão e Monitoramento de Furacões dos EUA: NOAH, acompanha a evolução de cada tempestade que se forma, tanto no Oceano Pacífico, quanto no Atlântico e vai dando nomes a cada uma das que atinge a categoria de "Tropical Storm" ou Tempestade Tropical.

 

Se considerarmos que os nomes vão sendo dados em ordem alfabética , por temporada (15 de maio a 01 de novembro) de cada ano e por Oceano, veremos que já foram várias as Tempestades e Furacões esse ano...

 

Odile foi diferente desde que nasceu, já cresceu muito e veio engolindo toda a água quente que o Pacífico tinha pra dar-le. (Um furacão morre a partir do momento em que encontra águas superficiais no Oceano abaixo de 26 graus).

 

 

Estas duas últimas semanas fizemos um passeio super legal em família, com a mãe do Dú e a sobrinha. Temos muitas atividades para quem gosta de praia e do mar.